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Global Connection #1 – Malas & Canivetes(Suíços)

Opa! Tou vindo dar continuidade a incrível (ah vai!) história que comecei na semana passada, a do jogo de rpg e talz, se alguém (quem? eu?) ver isso, veja o último post 😀 Thank You

 

Prefácio

Campos de Berna, Suíça, por volta das 16 horas, 15 de março

No ônibus, eles só estavam fazendo uma pequena excursão como passatempo para uma tarde de domingo. Eles eram de lugares diferentes, e não tinham a mínima idéia do quanto iriam se aproximar uns dos outros depois de verem um pequeno fragmento brilhante caindo do céu…

 

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Nova Iorque, Estados Unidos da América, 8 horas, 16 de março

Richard Livingstone já estava se preparando para ir à central da NSA, quando de repente, ele recebe um telefonema:

– Agente Livingstone? – Disse uma voz feminina.

– Sim?

– Aqui é a vice-diretora Susan Hills, temos uma missão para você.

– OK, já estou indo para a central.

– Não é uma missão comum. – Ela pareceu hesitar um pouco – Precisamos que você viaje até a Suíça para uma missão altamente secreta do governo.

– O quê? Acho que não entendi muito bem a senhora. –Richard realmente pensou ter entendido errado. – Pensei ter ouvido a senhora dizer que eu iria para a Suíça numa missão secreta do governo…

– Isso mesmo. – Hesitação mais uma vez. – Sei que não está acostumado a fazer esse tipo de missão, mas precisamos de um representante da NSA dessa vez, provavelmente as suas habilidades serão muito úteis. – A vice-diretora pareceu esperar uma resposta, que não veio, e continou – A sua viagem está marcada para o meio-dia, sua passagem, seu visto e o briefing da missão chegará aí a qualquer momento. Aconselho você a fazer as malas. Boa Sorte, Agente Livingstone.

Richard ficou lá, com as perguntas ainda presas na garganta. Mas era o seu trabalho. Foi pegar uma velha mala que estava embaixo da cama.

 

Maxwell O’Brian, como sempre, estava jogando Guitar Hero no PS2 antes de seguir para sua rotina de trabalho no FBI, quando foi interrompido pelos latidos do seu rottweiler, Nick, como ele faz sempre que alguém se aproxima do apartamento. O’Brian resmungou e se levantou para ver quem era. Quando abriu a porta, foi recebido com uma pergunta ríspida:

– Agente O’Brian? – Disse o homem de terno que carregava uma pasta.

– Se for sobre aquele cartão, eu já fiz um acordo com o banco…

– Não, agente, vim em nome do FBI, você tem uma nova missão – Então entregou a pasta a Maxwell e foi embora.

Depois de uma lida rápida, O’Brian se perguntou o que iria fazer na Suíça…

 

Paris, França, 14 horas, 16 de março

Jean Lutier tinha acabado de chegar de um interrogatório de um suposto espião. O motivo? O suposto espião só falava russo. Jean se sentou na sua poltrona, finalmente o descanso merecido, fazia mais ou menos duas semanas que não voltava a sua casa. Ao seu redor podiam ser visto vários livros, em idiomas diferentes, nas estantes de arte moderna. De repente foi acordado pelo toque do seu telefone. Ele teve que atender:

– Lutier parlant.

Monsieur Lutier, espero não estar muito cansado. Você vai para a Suíça.

Oui – Jean reconheceu a voz do vice-diretor da DGSE, o Serviço Secreto Francês.

– Você vai se encontrar com dois agentes americanos e eles lhe explicarão a missão. Bonne chance.

Grâce – E a linha caiu. Jean estava acostumado a ser chamado para missões na Suíça, lá existiam 4 línguas oficiais e ele falava 3 delas fluentemente. Só uma coisa o intrigava: os americanos. – Merde.


To be continued… 😉

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