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Global Connection #2 – De Aeroporto A Aeroporto

Opa!

Mais um pedaço da história Global Connection 😀

 

2


Nova Iorque, Estados Unidos, 10 horas, 16 de março

“OK, tenho que buscar esse cara da NSA e pegar um avião particular no Aeroporto Internacional J. F. Kennedy…”, pensava Maxwell, mas o que mais o preocupava era a missão que estava descrita na pasta: encontrar oito pessoas que estavam num ônibus de turismo numa tarde de domingo na Suíça. Primeiro: esse tipo de missão não era a sua especialidade, estava acostumado a lidar com mafiosos e traficantes. Talvez ele só fosse a segurança do agente da NSA. Menos mal assim. Preferia a ação e o suspense dos criminosos que investigava e prendia do que procurar turistas sabe-se lá de onde. “Talvez seja simples”, Maxwell não tinha idéia do quanto estava enganado.

Na pasta Maxwell também encontrou vários passaportes e identidades com nomes falsos. “Interessante”.

Antes de sair, o agente do FBI falou com o vizinho e pediu para cuidar do seu cachorro e disse que não sabia quando voltaria da viagem de negócios, quanto a isso Maxwell estava completamente certo.

 

Quanto mais pensava, mais Richard Livingstone ficava preocupado. Ele tinha lido o briefing recém chegado. “Achar sete turistas e um motorista, provavelmente de diferentes países do mundo, que estiveram num ônibus em Berna, capital da Suíça?”. Parecia uma piada! Será que era um teste da NSA para ver até onde ele chegava? Ainda assim não conseguia pensar num jeito de completar essa missão impossível.

Na pasta em que estava o briefing, Richard encontrou outra coisa: Um cartão dourado, um pouco maior que um cartão normal e que só tinha o nome “GoldCard” e um número de telefone. Junto com o cartão tinha um bilhete: “Use para emergências”. Ele também encontrou identidades falsas no meio dos documentos. “Ótimo”, pensou Richard com um certo sarcasmo.

Antes de terminar de organizar sua pequena mala, a campainha tocou. Quando abriu a porta, se deparou com um sujeito vestido como um homem de negócios e com o porte físico de um jogador de futebol americano. Richard sabia que era o agente da FBI citado no briefing.

– Agente Richard Livingstone, da NSA? – Disse o agente de quase dois metros de altura.

– Sim, você deve ser o cara do FBI… – Respondeu Richard, deixando aparecer todo o seu mau humor em estar fazendo essa missão.

– Sou Maxwell O’Brian, Agente do FBI. Parece que vamos para a Suíça, não é?

– Verdade – Após um pequeno momento de desconforto, o agente da NSA continuou – Pode entrar, ainda não terminei de arrumar minhas coisas…

Os dois entraram, Richard se dirigiu ao quarto e Maxwell ficou na sala onde havia apenas um sofá, uma TV e um computador.

No quarto Richard estava pensativo, “esse cara parece mais um guarda-costas do que um investigador…”. Pegou seu notebook e colocou na sua bolsa.

Depois de tudo pronto, eles partiram para o Aeroporto Internacional J. F. Kennedy. Lá chegando, encontraram o jatinho particular que os levariam para Berna, na Suíça. Os agentes americanos se sentiam estranhos com esse trabalho, não se conheciam,estavam fora de sua jurisdição e ainda iriam se encontrar com um agente do Serviço Secreto Francês que se juntará a eles nessa missão impossível. Ficaram calados por toda a viagem.

 

Berna, Suíça, 23 horas, 16 de março

O Aeroporto Internacional de Berna não era dos maiores, mas tinha uma organização incrível como a maioria dos aeroportos europeus. O pequeno jato vindo da América chegou era quase meia noite.

O agente francês Jean Lutier viu os americanos descendo do avião particular, um homem enorme e outro de óculos. “Devem ser eles”, pensou Jean enquanto ia ao encontro dos outros dois homens.

– Boa noite, missieurs. – Cumprimentou o francês – Meu nome é Jean Lutier, do Serviço Secreto Francês.

– Eu sou Richard Livingston e este aqui é…

– Maxwell O’Brian, FBI – disse o grandalhão.

– FBI, huh? Pelo que me parece vocês são novatos em missões no exterior, certo?

– Verdade – respondeu Richard, arrumando os óculos.

Bonne, agora acho que é a hora de vocês me explicaram o que exatamente viemos fazer na Suíça. – disse Lutier – Mas é melhor fazermos isso em outro lugar. Vamos. Conheço um bom hotel aqui perto.

 

 

To be continued…

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  1. Nenhum comentário ainda.
  1. 14/09/2014 às 11:00 am
    _=_

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